Hey Evellyn!

Dia das Mães + Promoção 22

domingo, 12 de maio de 2013


Como vocês devem ter notado, hoje é o segundo domingo de maio, quando comemoramos o dia das mães. Sei que nem todo mundo tem a mamãe presente nesta data, mas acho que todos sabemos da importância de uma mãe – não importa se é biológica, de criação, consideração, emprestada...

Feliz dia das Mães!!!

Para comemorar o dia das mães, vou sortear, em parceria com a Editora Intrinseca, um dos livros que eu MAIS gostei de ler no ano passado. Na verdade, foi meu chick-lit favorito e um dos livros que mais me marcaram (tem MUITAS frases legais). Esposa 22 tem em Alice, a protagonista, uma das mulheres-mães mais divertidas que eu tive o prazer de ler! Nunca me identifiquei tanto com uma MÃE!!! Sério, vocês deveriam ler esse livro tipo, AGORA! Mas se você não está podendo comprar, participe muito do sorteio e torça para ganhar seu exemplar e então se divertir com as ideias de Alice sobre seu marido, seus, filhos, seus amigos...

Até dia 02/06

Acho que esse também é um sorteio de pré-comemoração do meu aniversário (que é dia 14), quando eu farei 22 anos AGAIN! Hhuhuu, gostei muito dessa idade, então acho que vou ficar nela por um tempo extra! Taylor Swift pode ter cantado sobre 21, Adele pode ter lançado um álbum inteiro, mas a idade mais legal mesmo são os 22. Anotem o que eu estou dizendo (e nem tentem me contradizer, não estou maluca)!

Eu Li: O Teorema Katherine (An Abundance of Katherines)

domingo, 5 de maio de 2013

Teorema é o segundo livro do famigerado (para o bem e para o mal) escritor queridinho dos jovens, John Green. Na minha resenha de A Culpa, expliquei que havia gostado muito do livro e da escrita de Green, mas que ele não foi exatamente meu livro favorito da vida. Não quero chocar ninguém, mas acho que gostei mais de Teorema.

O livro é narrado em terceira pessoa e começa após Colin Singleton, nosso não-tão-amado protagonista, levar o fora de sua 18ª namorada Katherine. É interessante que apesar do livro se desenrolar devido aos namoros fracassados de Colin, esse nem é o ponto mais focado da história. Colin foi uma criança prodígio, dessas que começam a ler com 4 anos. Ele tem facilidade em aprender as coisas mais rapidamente que os demais e consegue criar anagramas pra qualquer frase em poucos segundos (sério, quem consegue fazer isso?). Acontece que agora, aos 17 anos, o único mérito real de Colin é ser um SUPER terminado. Ele simplesmente não é bom em relacionamentos pessoais – ele é péssimo na verdade.  Colin tem um único amigo, Hassan – por acaso é o personagem mais engraçado da história – que é muçulmano e  apesar de já ter terminado a escola, não tem grandes ambições (como ir pra faculdade ou arrumar um emprego). Hassan também não está preocupado em arrumar uma namorada porque  está se guardando para seu verdadeiro amor (sério).
Colin sempre preferiu banhos de imersão; uma das regras fundamentais em sua vida era nunca fazer em pé qualquer coisa que pudesse realizar, com a mesma facilidade, deitado.
#todospreferimos
– ... Pela última vez, eu não tenho interesse em namorar uma garota com quem não vá me casar. Namorar Lindsey seria haram. Além disso, o nariz dela é enorme. Eu não sou chegado a nariz grande.
– Bem, não quero botar lenha na fogueira, mas você faz várias merdas que são haram.
– É, mas a merda de haram que eu faço é tipo, ter cachorro. Não é usar crack nem falar mal das pessoas pelas costas [...]
– Relativismo moral. - Colin disse.
Ninguém gosta de relativismo moral, afinal.
Então eis que Colin está super depressivo porque seu décimo nono namoro fracassou – por culpa dele – e Hassan surge com a ideia de fazer uma Road Trip (aka viagem de carro) sem  destino pelos Estados Unidos, saindo de Chicago rumo a anywhere. Apesar da relutância de seu pai – que gostaria que ele passasse o verão estudando ou tentando descobrir a cura do câncer (certo, isso não é verdade, mas eu bem imagino que o Sr. Singleton gostaria que isso acontecesse) – Colin recebe carta branca para viajar com o amigo, contanto que se comunique com os pais todos os dias.
 Eu e você vamos ler um livro e achar, tipo, três coisas interessantes das quais nos lembraremos. Mas Colin acha tudo intrigante. Ele lê um livro sobre os presidentes e se lembra de mais coisas que estão ali porque tudo é percebido pela mente dele como fugging interessante.
Eles saem com o Rabecão de Satã (é), o carro de Colin a procura de aventuras e acabam encontrando isso no lugar mais improvável: uma cidadezinha chamada Gutshot, nos confins do Tennesse, onde eles param para visitar o tumulo do arquiduque Francisco Ferdinando (aquele mesmo, responsável pelo estopim da 1ª GM – obrigada professor da 7ª série). E é nessa cidade, no meio de nowhere que eles vivem as maiores aventuras do verão *voz de narrador de Sessão da Tarde* Certo. Parei. Em Gutshot eles conhecem Lindsey Lee Wells (e sim, precisamos chamá-la pelo nome completo ou perde a magia do Sul). E é lá também que Colin tem a fantástica ideia de criar um teorema que possa calcular a probabilidade de duração dos relacionamentos amorosos. Ele resolve chamar isso de Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines. Então ele usa como base todos os seus relacionamentos fracassado com as Kathys, mas sua ideia final é que esse teorema possa prever qualquer relacionamento futuro – e dê uma luz a pessoa curiosa que quer saber o futuro do seu relacionamento.  Não vou contar o que acho dessa ideia ou o que ele descobre, mas acho que não é difícil de imaginar.

Eu gostei BASTANTE desse livro. Uma das coisas que mais gosto no John é que ele consegue escrever sobre muitas coisas, colocar muita informação num livro, e ainda assim a coisa fica interessante! Não fica desnecessária ou sem sentido, de alguma forma, tudo acaba se encaixando na história e a gente ainda acaba aprendendo/descobrindo varias coisas interessantes mas que normalmente não procuraríamos. Esse livro é cheio de notas de rodapé que explicam as coisas menos 'convencionais' do livro. E especificamente em Teorema há muitas coisas interessantes! Tem algumas coisas tão legais que eu quase tenho vontade de passar a usar no meu dia-a-dia, mas aí as pessoas vão me achar pretensiosa (cof - acho que JG tem isso). Apesar do livro não ter um final imprevisível  (e porque deveria ter, né? Matemática é a coisa mais lógica – e previsível – do mundo), é muito legal acompanhar a história e desenvolvimento dos personagens. Se você não gostou muito do Colin assim que começou a ler, persista, porque ele vai melhorando com as descobertas que faz!
– Ahhhhhh. Graças a Deus.
– Você não acredita em Deus.
– Graças à sorte e ao DNA - Colin se corrigiu.
Nos momentos de desespero que a gente conhece os ateus.
Outro ponto que gostei foi que este foi um daqueles raros casos de livros-em-terceira-pessoa que eu me envolvi com a narrativa desde o principio e não senti aquele afastamento inicial que sempre sinto. Acho que até pelas notas de rodapé, o narrador parece muito 'amigo' e isso me fez achar a narrativa melhor do poderia ser em 1ª – quem leu sabe porquê!
Ele gostava muito da ideia do café - uma bebida quente que fornecia energia e tinha sido associada durante vários séculos, a pessoas sofisticadas e a intelectuais. Mas, para ele,, o gosto do café em si parecia bilis cafeinada.
Não entendo comparação com bilis por motivos óbvios, mas achei legal compartilhar o quote.
Mais uma vez, eu não quis chocar ao dizer que prefiro um livro mais leve a um que a protagonista está com câncer, mas é só que prefiro coisas mais 'despretensiosas', sem aquela pressão de 'me ame porque algo terrível vai me acontecer'. Então gostei muito de Teorema, que consegue ser mais leve, sem deixar de ser espirituoso, interessante e delicioso.
– A gente não devia.
– Bem, você começou.
– Tá, mas eu só comecei pra ter a chance de dizer "a gente não devia" de um jeito bem dramático.
– Ahn.
Concordo que não se pode perder a chance de dizer "a gente não devia" de um jeito bem dramático ;)
Pra finalizar, ainda vou acrescentar que JG ainda não é um escritor que eu ADORE, mas acho que ele tem um grande apelo com o publico jovem devido ao seu canal no YouTube, seus livros com temáticas tão 'vida real' e porque não dizer, sua simpatia. Ainda não li algo dele que me marcou profundamente (embora absolutamente, algumas frases de seus livros sejam mesmo inesquecíveis – tipo 'viral'), mas é um dos que posso comprar um livro de olhos fechados porque sei que vai me agradar. Digo isso porque não entendo o motivo da adoração em volta dele – mas pensando assim, acho que não entendo adoração de forma geral. 

O Teorema foi lançado pela Editora Intrínseca e se você ficou curioso para testar seu relacionamento, aqui tem um aplicativo que faz isso. E deixo aqui também um parabéns a tradutora, Renata Pettengill, porque fico imaginando o inferno (e a maravilha) que deve ter sido traduzir aqueles anagramas todos! Apesar de eu achar que alguns ficaram bem estranhos, acho que ela fez o melhor, diante os desafios (afinal, K é uma letra tão usada no português!). 

Eu Li: Fiquei com Seu Número (I've Got Your Number)

terça-feira, 30 de abril de 2013

Eu recebi este livro faz alguns meses da editora Record (na minha antiga parceria com a Galera). Por ter uma lista de leitura um pouco atribulada, acabei deixando-o de lado por mais tempo do que deveria. Então, andava numa fase de pré-ressaca-literária e senti que só um chick-lit desses bem divertidos poderia me salvar e me fazer ler um livro 'com gosto'. Peguei esse livro da Sophie porque todo mundo que já leu indicou dizendo que ele era ótimo. Não poderia ter sido uma escolha melhor!

O livro já começa numa situação-problema, que é o que desenvolve todo o enredo. Poppy Wyatt e acaba de perder seu anel de noivado (super raro, item de família  após seu chá de 'noiva'). Claro que Poppy fica desesperada pois não faz ideia de como contar ao noivo (e a família dele) que perdeu o anel. Como sabemos que desgraça não vem só, ela acaba sendo roubada e perdendo também o celular - item indispensável nos dias de hoje, quando estamos tão conectados e mantemos toda nossa vida em sms.

Mas como a vida é uma caixinha de surpresas, Poppy acaba achando um celular em uma lata de lixo e, precisando de um novo aparelho para se comunicar com o mundo (afinal, ela também precisa encontrar o anel), resolve se apossar desse item descartado. Acontece que o telefone, na verdade, não está perdido e verdadeiro dono (ou algo assim) aparece. Sam é um dos executivos de uma importante empresa de RP e ele quer seu celular empresarial de volta.

Poppy é uma personagem muito fácil de se amar porque ela é divertida, entusiasmada e muito verdadeira. Assim que a narrativa começa, já nos divertimos e isso torna a leitura uma delicia. Ela faz as maiores loucuras e tem os pensamentos mais insanos, mas a gente acaba entendendo o que ela quer e simpatizar com o narrador e protagonista é fundamental. Por isso, mesmo quando ela tem as motivações mais incoerentes, tudo que conseguimos fazer é concordar. E é isso que deixa Sam sem escolha. Ele não tem como negar o pedido de Poppy e então, ele aceita 'dividir' o celular com ela durante um tempo, até que ela ache o anel.

Enquanto tenta achar o anel perdido, sem deixar que seu noivo descubra, Poppy ainda tem que lidar com a família dele - que aparentemente não gosta dela, preparar o casamento - pois mesmo com uma cerimonialista  parece que não adianta - e ainda fazer as vezes de secretária de Sam, repassando todo o conteúdo recebido por email no celular para ele. E são as trocas de emails (entre eles e os repasses) que garantem a maior diversão. Eu tive crises de riso enquanto acompanhava as maluquices de Poppy...

E outra coisa legal é que apesar da grande interação entre Sam e Poppy e da situação compromissada de nossa protagonista, não senti aquela pressão de 'triangulo amoroso'. Claro que no decorrer a gente acaba torcendo pelo 'casal' mas tudo acontece de uma forma tão natural que a gente nem sente. E esse livro não só tem as situações mais inusitadas como também tem um final muito legal. Não se trata de originalidade, mas é um final muito fofo, daquele tipo final-clichê-de-comédia-romântica-que-todo-mundo-adora. Alias, esse livro realmente daria um filme divertido!!

Então, Fiquei Com Seu Número é super indicado pra dar um gás nas suas leituras. Ele é divertido, dinâmico  e com certeza fará suas horas de leitura passarem tão rapidamente, que você vai se perguntar porque um livro tão legal acaba tão rápido!

Vivi leu: Luxúria (Pleasure's Edge)

terça-feira, 23 de abril de 2013

Luxúria é o primeiro livro da Trilogia Edge da autora Eve Berlin e foi lançado pela Editora Leya, selo Lua de Papel.

O primeiro livro conta a história de Dylan Ivory, uma escritora de romances eróticos que quer escrever sobre as práticas sadomasoquistas em seu próximo livro. Ela é uma mulher moderna, que já experimentou muitas coisas no sexo, mas que quer entender como funciona essa relação prazer x dor

A primeira tentativa de Dylan é buscar informações sobre o universo do BDSM na internet, através de chats e entrevistas com praticantes. Uma das mulheres que ela conversa indica que ela entreviste Alec Walker que é um dominador experiente que poderá tirar muitas dúvidas dela sobre o assunto. 
Felizmente o livro é narrado em terceira pessoa (assim ficamos livres de possíveis deusas interiores) e em cada capítulo o foco está em um dos protagonistas. É interessante porque podemos acompanhar o impacto de cada acontecimento em cada um deles.

Logo no início temos o encontro profissional dos dois para a entrevista. É claro que Alec, um homem incrivelmente bonito e sedutor, desde o primeiro momento deixou Dylan sem chão.
"Não era a jaqueta de couro negro que lhe conferia aquele ar de distanciamento. Nem seu tamanho. Mas a atitude corajosa e de absoluta confiança que ostentou ao parar a moto, acelerando o motor antes de desligá-lo. E a forma como ele, tirando o capacete, passou a perna sobre o resplandescente tanque, como se fosse um cowboy desmontando de um garanhão. Tinha uma aura de poder absoluto, que ela conseguia sentir mesmo a vários metros de distância, como uma brisa suave soprando em seu corpo. (...) Pela primeira vez depois de adulta, Dylan se sentiu completamente atrapalhada. (...) Alec Walker era um homem que deveria vir acompanhado de um alerta de perigo."
Durante a conversa, Alec diz que para Dylan conseguir escrever sobre tema ela precisa ter experimentado, pois as sensações são complexas e os componentes são físicos, psicológicos e emocionais. Ela, que é uma mulher independente que tem controle total sobre sua vida e negócios, sente-se incomodada em se ver como uma submissa e diz que pode conhecer o mundo BDSM como uma dominadora. Mas Alec diz que não, ninguém começa a ser dominador assim, é preciso antes estar do outro lado e ele vê esse potencial nela. Então ela faz uma proposta, se ele não conseguir dominá-la, deixará que ela o domine e fique por cima.

Podemos ver desde o começo que Dylan tem uma história de vida sofrida e que conquistou sua independência através de muita luta, por isso ela precisa se ver no comando sempre. Ao ler isso eu pensei: "Hum, então ela fará certa resistência e não vai se entregar assim de primeira". Só que não!!!!! Ela é extremamente fácil e obedece totalmente ao cara, é uma submissa nata. Claro que tem todo um envolvimento emocional em jogo, obviamente ela se apaixona por ele e isso faz que, mesmo contra sua vontade, ela faça tudo que ele quer, mas eu esperava mais da mulher forte que o livro descreve.

Ao longo da história conhecemos o lado submisso da Dylan apaixonada e o lado dominador de Alec confuso com aquela mulher que mexe demais com ele, ambos estão envolvidos e com medo de se entregar. De uma maneira geral, a história te prende e a leitura flui sem você nem perceber, pois apesar de todo o  fundo erótico há muita paixão envolvida.

Essa onda de livros com temática sadomasoquista me deixa um pouco pensativa sobre até que ponto essa violência é aceitável. Alec sente prazer só em bater, ele nem sempre concretiza o ato sexual, mas sente-se satisfeito só em ver que a dor proporciona prazer nela. Acho que estamos vivendo um momento onde o sexo tornou-se tão fácil que apenas o convencional não basta, é preciso sempre ter algo mais para ser interessante. E os livros estão apenas atendendo ao que o mercado pede, sexo com algo mais e muito romance.

E a trilogia continua com os livros No limiar do desejo e Tentação. Nos próximos livros os protagonistas serão outros, mas de certa forma as histórias estarão ligadas ao primeiro. No segundo teremos a história de Kara Crowford e Dante de Matteo (amigo de Alec Walker e também dominador) e no terceiro o casal será Mischa Kennon (melhor amiga de Dylan Ivory) e Connor Galloway.


E vocês já leram Luxúria? O que acharam da história?

Uma Promoção Exemplar

terça-feira, 16 de abril de 2013



Começa hoje, durante quase 1 mês, uma promoção que vai sortear uma pessoa para receber em casa um exemplar do livro Garota Exemplar, publicado e cedido pela editora Intrínseca e resenhado neste link. Para concorrer é só seguir os passos contidos no fomulário abaixo e torcer muito!

É bem simples, só se inscrever no Rafflecopter de acordo com as opções. O sorteio será feito no dia 05 de maio e o vencedor avisado por email. As demais regras sobre política de promoções do blog você confere aqui. Quem ainda não sabe usar o Raffle pode dar uma olhada neste post do ICultGen.


Boa Sorte!

Passeando por aí....

sábado, 13 de abril de 2013

Ontem eu aproveitei que tinha que resolver algumas coisas no centro da cidade para conhecer a livraria Cultura aqui do Rio (uma das duas). Então, esse é um post aleatório só pra mostrar fotos da livraria e fazer vocês babarem!

Minha mãe fez as vezes de fotógrafa então foi difícil acertar o foco! rs

Foto do meu livro amado Um Dia <3

Coisa linda essa vista, huh (desconsiderem a pessoa cansada ali no meio)?

Estantes com livros variados

A decoração... É um lugar tão lindo, tão tranquilo que minha mãe praticamente ficou mais apaixonada que eu! Tem poltronas, tem um café lá dentro, tem música ambiente... É realmente agradável.


E uma parte dedicada a John Green!

Não gente, infelizmente a Cultura não está me pagando nada pra fazer um post assim, cheio do merchan... É só que andei pensando em mudar algumas coisas no blog. Fazer dele não só um blog literário, mas um blog com qualquer coisa que me interesse postar (que sempre foi o objetivo, embora o foco seja mesmo os livros). Então eu devo fazer mais posts mostrando coisas que eu faço por aí... Basicamente são coisas literárias, mas só estou dizendo que agora vou compartilhar aqui também. Enfim!

Quem já foi a Cultura aqui do Centro do Rio? Que outras livrarias vocês gostam de ir? Depois vou mostrar a livraria que nós fazemos o Clube do Livro aqui também.

Eu Li: Finale

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Finale é o aguardado final da saga Hush Hush, lançado em fevereiro pela Intrínseca. Eu estava ansiosa para ler ao mesmo tempo que queria adiar ao máximo a leitura, só para não me despedir de uma série que eu gostei tanto de acompanhar - ok, na verdade eu não queria é me despedir de Patch, porque da Nora eu fiquei feliz. A resenha contem spoilers sobre os livros anteriores da série Sussurro - Crescendo - Silêncio. Leia se estiver acompanhando!

Esse livro começa logo após o final de Silêncio e encontramos Nora numa situação complicada (pra variar). Os Nefilins não estão certos se podem confiar nela para 'liderar' o povo então fazem uma espécie de julgamento. Dessa vez, ela é salva por Dante, seu mais novo aliado, que como ex-braço-direito de Hank, promete ajudá-la a conquistar o respeito do povão e ficar pronta pra batalha. Claro que nosso anjo caído favorito ainda está ao lado de Nora e os dois, apesar da pitada de complicação adicionada ao romance, permanecem juntos pro-que-der-e-vier. Patch ainda é puro babado-confusão-e-gritaria sedução, mas eu o senti meio 'distante' neste livro também... Talvez seja pelo fato da narrativa ser de Nora, mas depois de Crescendo, passei a ter uma relação mais complicada com ele, ainda mais porque ele age por caminhos misteriosos (apesar de não ser Deus) e nem sempre acho uma boa solução.

Por outro lado, Nora – que me irritou imensamente no anterior – estava melhor. Mas o PODER que ela adquire nesse livro quase a faz cometer uma bobagem gigantesca. De todo modo, mesmo não concordando com algumas atitudes da personagem, acho que são bem coerentes com a personalidade que ela desenvolveu no decorrer da série, então isso é o que importa.

Um personagem que me surpreendeu positivamente foi Scott, eu não gostei muito deles nos anteriores – foi um personagem importante, mas que me deixava confusa – porém neste volume ele está sensacional e eu finalmente consegui dar o braço a torcer e dizer: Vai Scooott! Ele tem um papel importante e se revelou um bom amigo além de ser o tipo piadista e junto com Vee eram a minha diversão!

É um livro que tem um enredo bem emocionante e não podemos reclamar de falta de ação. Finale é o livro mais agitado da série e acontecem muitas boas reviravoltas. Mas ainda devo dizer que meu livro favorito é o primeiro (sempre é). É no primeiro que tudo começa... O clima de mistério é maior, o clima de romance, a expectativa do que estamos prestes a descobrir. Acho que senti falta de um pouco mais de Patch-seduction nesse livro, essa é a verdade. O enredo é muito concentrado na resolução daquele problema que se desenvolve no final do anterior e sinto que isso fez o romance perder um pouco de espaço. 

Quando eu terminei o último capitulo (com um leve desgosto por saber que tinha um epilogo e pressentindo que eu não ficaria satisfeita) senti que dona Becca estava sendo malvada em nos deixar com tanta vontade de mais. Eu ODEIO Epílogos #fato. E o que posso dizer sobre o de Finale é que não é ruim, mas sabe quando você termina uma leitura que ficou 'fechadinha' mas tem aquela sensação de que faltou algo? Então.... Um pouco porque o final (antes do epilogo) é repentino e não deixou claro o destino de certos personagens, e depois porque se passam alguns anos e não consigo suportar essa lacuna! Sempre acho que epílogos são estranhos. (Uma pergunta que eu quero explicação, selecione abaixo se tiver lido e quiser saber – e me explicar)
Alguém me diz o que aconteceu com Dábria? E Pepper? E tipo, Marcie depois do fim da guerra (antes da explicação do epílogo)?
  
3 coisas que aprendi com a série Hush Hush:
  • Juramentos: são sagrados. Não faça nenhum que não possa cumprir porque as consequências podem ser fatais.
  • Ciúmes: cuidado! Os ciúmes vão acabar com você se você não conseguir se controlar.
  • Tentações: não ceda. Elas vão te destruir antes que você possa dizer 'eu posso resolver'.
Então galera, acho que pra quem acompanhou e gostou da série, esse final não deixa a desejar no quesito adrenalina. As coisas chegam a uma solução.  Acho que uma das coisas prejudicadas foi mesmo o romance e isso era algo que eu curtia bastante, então senti. Mas enfim! Acho que é apenas difícil me despedir. Eu gostaria que algumas coisa tivesse terminado diferente, mas acho que Becca fez um bom trabalho e agora eu vou ficar por aqui, esperando para ver se algum dia, isso irá parar nas telonas!