Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes. Mostrar todas as postagens

Eu Vi: Deus Não Está Morto (God's Not Dead)

Há algum tempo eu vi no cinema Deus Não Está Morto II (e comentei muito no Instagram). Tinha colocado o filme na lista porque vi o cartaz com a Melissa Joan Hart e também achei a sinopse interessante porque, apesar de não frequentar nenhum templo religioso, sou uma pessoa que acredita em Deus, cristã, e gosto de ler e ver coisas sobre o assunto. Não me importei de assistir ao segundo filme sem ter visto primeiro porque vi que eram tramas independentes e não senti nenhuma dificuldade para acompanhar - inclusive, recomendo muito o filme (e não só pela presença de Jesse MetCalfe como o advogato mais lindo dos últimos tempos). Este fim de semana estava arrumando meu quarto e fui olhar alguma coisa pra assistir na Netflix enquanto isso e Deus Não Está Morto constava como o 1º filme na lista 'Em Alta' e eu resolvi aproveitar a aproveitar a oportunidade para assistir porque eu já tinha essa pretensão em algum momento. Dei o play e, eu, que de inicio estava planejando continuar arrumando as coisas enquanto assistia, acabei parando tudo pra assistir com calma!

O filme conta a história de um aluno calouro na faculdade que vai cursar uma aula de filosofia e o professor da aula, logo na primeira aula, ao fazer uma introdução sobre o que será sua matéria, manda que todos os alunos escrevam 'Deus Está Morto' em uma folha e entreguem a ele - como uma forma de garantir que todos na aula já concordaram com isso e não vai haver discussões relacionadas ao assunto. Mas esse aluno, Josh, que é cristão, não aceita escrever uma coisa que ele não acredita só pra atender a proposta do professor e com isso acaba arrumando um problema com o professor Radisson - que só pra constar, é ateu.

Como o professor se sente desafiado por um simples aluno iniciante, ele manda que, já que Josh acredita tanto que está certo e que Deus está vivo, que ele prove para ele e os demais alunos fazendo palestras ao final de suas aulas. Como Josh é muito convicto de suas crenças e sua fé, ele aceita e começa a estudar MUITO para falar em sala de aula. Mais do que provar algo ao professor e aos colegas de classe Josh sente que essa é sua missão (como um chamado divino) e por isso aceita o desafio. O problema é que, por ter que estudar mais e dedicar mais tempo em pesquisas para provar sua fé - porque ele não poderia apenas dizer 'Deus está vivo porque sim, porque eu acredito' (que é basicamente do que se trata a) e tinha que arranjar provas  cientificas e tudo mais, Josh acaba percebendo que sua provação vai além.

O enredo tem diversos núcleos que estão ligados de uma forma ou de outra - e eu fiquei bem feliz em ver que alguns personagens que eu conheci no segundo filme, já faziam parte da trama desde esse primeiro.

É claro que esse é um filme da industria cinematográfica cristã, então obviamente, ele tem toda essa pegada de enriquecimento espiritual - e dependendo do ponto de vista, o filme pode ser considerado um tanto quanto evangelizador demais. Mas não quero focar nesse aspecto, até porque, apesar de ter lido algumas críticas bem duras que falam sobre essa vertente do filme e entender o que o crítico disse, não sou radical a ponto de considerar o filme um instrumento tão poderoso (?) assim - ou talvez eu apenas seja muito escaldada no assunto e nada seja o suficiente para me converter. É, sou o tipo de pessoa irremediável).

Na verdade, quis escrever sobre esse filme por esse motivo. Eu entendo ambos os lados: de quem é cristão e adorou o filme-  porque ele é realmente muito bonito, tocante, inspirador - e também entendo o lado laico que considera o filme bem tendencioso. Como eu escrevi lá em cima, apesar de não seguir uma religião especifica, eu tenho muita fé (e digamos que se fosse pra escolher uma religião, tenho uma que se enquadra mais no que eu acredito, mas isso não importa!), e mais do que assistir a qualquer filme pela proposta religiosa que ele tem, realmente gosto de conhecer pontos de vistas diversificados sobre fé & religião e acho que esse filme tem uma mensagem bem bonita - mesmo concordando que em alguns momentos ele tem esse lado mais doutrinador.

Além da história de Josh, que se vê nessa situação de ter que defender sua fé, o livro ainda tem outras tramas paralelas tão interessantes quanto - mas todas focando nessa questão de 'acreditar ou não em Deus? Aceitar ou se revoltar perante os desafios propostos pela vida? Expor ou esconder sua fé?'. Apesar de ver esse lado tendencioso do filme, gostei muito dos temas falados - repetindo: mesmo que eles estejam mesmo se aproveitando de todos eles para passar uma mensagem especifica.

Mas como o próprio filme cita e como todos nós sabemos nesse mundo - e essa internet nos ensinou bem - as coisas estão aí para quem quiser ver, mensagens são passadas o tempo inteiro e cabe a você decidir o que fazer com elas, se acredita ou não, se elas vão te tocar ou passar direto pelos seus ouvidos. Temos o nosso livre arbítrio pra isso mesmo - vamos usá-lo com sabedoria!!

Eu sou muito sensível e as tramas me fizeram chorar em muitos momentos - tem umas coisas muito tocantes, que fazem refletir - e eu sempre fico sensível quando vejo a a situação imaginando o lado do outro, Outro ponto que preciso citar sobre o filme que eu gostei demais é a presença dos amigos (e pastores) Dave e Jude! Os momentos com eles são os melhores - e eu já os conhecia do segundo filme. E também tem música da banda The Newsboys (que também está no segundo filme) e essa banda tem um som gospel bem legal (rock'n'gospel).

Sendo teísta ou ateísta, acho que é um filme interessante para se assistir - mesmo que seja pra conhecer uma perspectiva diferente da sua. Então - sem querer catequizar ninguém - apenas deixo aqui uma sugestão de filme interessante e emocionante para se assistir caso você esteja procurando algo. Ele está disponível na Netflix. Para conhecer o trailer clique aqui (mas aviso, esse trailer pode revelar DEMAIS e parece muito essas propagandas religiosas).

Eu Vi: Vitórias de uma Vida (The Gabby Douglas Story)

No dia 31 de julho a rede Globo anunciou que o filme da Sessão da Tarde do dia seguinte seria 'Vitórias de uma Vida' e o que me chamou atenção foi que a atriz era Imani Hakim, aquela que fez a 1ª Claire de 'Eu, a Patroa e as Crianças'. Achei curioso porque eu não lembrava de ter visto essa atriz em outros trabalhos depois dessa série (embora ela tenha feito participações em Todo Mundo Odeia o Chris) mas assim que vi a chamada do filme, reconheci que era a mesma [minha memória fotográfica tem dessas coisas]. Fiquei de assistir ao filme no dia 1º porque se tem uma coisa que gosto é de filmes de ginástica (como comentei no post anterior, gosto do esporte). Na verdade, adoro filmes de patinação no gelo e ginástica, então esse pareceu o suficiente para entrar na minha lista de 'assistir'.

No inicio eu achei se tratar de uma ficção, mas depois vi que o filme se trata de uma biografia cinematográfica da atleta Gabrielle Douglas (que citei no post de ontem). No filme acompanhamos Gabby desde a infância, quando ela se interessou pela ginástica até a adolescência. Gabby morava com a mãe e os 3 irmãos mais velhos na Virginia e ainda nova, quando começou no esporte, vendo as competições e o bom desempenho de Shawn Johnson, enfiou na cabeça que iria treinar com Liang Chow - que era treinador da premiada ginasta. O problema era que a academia de Chow ficava em Iowa - uma distância de quase 2 mil quilômetros de onde ela vivia. Mas Gabby estava determinada e apesar das dificuldades, convenceu a mãe e numa dessas manobras improváveis e espetaculares do destino, Gabby conseguiu o apoio de uma família em Iowa que a recebeu como host family para que ela pudesse treinar na academia de Chow.

É um filme muito emocionante sobre como é importante ter objetivos na vida e como a determinação realmente pode te fazer chegar a algum lugar, sabe? E eu AMO histórias de superação! Eu cheguei a chorar em alguns momentos porque Gabby teve que enfrentar não só preconceito como também a falta de crédito que o próprio treinador (da primeira academia) depositava nela. Além disso, depois da mudança, ela teve que ficar longe da família e passar por lesões e momentos que a fizeram pensar em desistir, mas no final ela decidiu persistir e acabou virando medalhista Olímpica - a primeira negra americana a ganhar ouro em Olimpíadas na categoria individual e também por equipe.

O que eu gosto muito em filmes que falam sobre histórias de superação (mesmo quando eles são de ficção simplesmente) é que eles realmente servem como inspiração pra coisas que as vezes estamos passando. Por exemplo, o fato do primeiro treinador da Gabby não levar muita que ela poderia ser uma grande ginasta, poderia ter feito ela desistir ali mesmo, mas isso só a deixou mais determinada a se superar - e a procurar alguém que acreditasse nela e a fizesse desenvolver o melhor de si mesma e as vezes é isso que a gente precisa, não é mesmo? Alguém que nos incentive a melhorar, a ser a melhor versao de nós mesmos.

Enfim, o filme foi exibido numa época bem propicia porque as Olimpíadas estavam prestes a começar e a verdadeira Gabby estaria aqui pra disputar mais uma vez o campeonato. Se você quiser assistir, o filme está disponível na Netflix (mozão ♥) com o nome de Gabby Douglas. Eu realmente não entendo porque alguns filmes ganham uma tradução de título para a TV mas na Netflix o nome é outro (geralmente mais fiel ao nome original), mas fica aí a dica de um filme emocionante e que tem todo o clima que estamos vivendo.

Andei lendo que, apesar da verdadeira Gabby e a mãe, Natalie, serem produtoras executivas do filme, ele não chega a ser 100% fiel a realidade (digamos que ele não mostra a realidade tão nua e crua de uma ginasta nos EUA), mas acho que adaptações sempre são necessárias e, de modo geral, é um filme bem emocionante que conta uma história de vida real e mostra toda essa história de superação que eu tanto gosto. Vale a pena gastar 1 hora e 26 minutos assistindo!

Eu Vi: Branca de Neve e o Caçador

Fui ver Branca de Neve e o Caçador ha quase um mês e agora resolvi postar a resenha para aproveitar a promoção do livro que está no ar.

Vou começar contando uma breve história do meu passado: Branca de Neve sempre foi uma das últimas princesas (daquela primeira ERA Disney) na minha lista de preferências. O desenho eu vi poucas vezes - talvez por ser o mais antigo, e qualidade antiguinha me irrita. Sempre fui mais a Cinderela, a Aurora, a Jasmine ♥ ou a Ariel, apesar da bobagem que ela faz. Então, todo esse drama é só pra mostrar que eu não estava empolgada em ver um filme da Branca, ainda mais ESTE, que tinha toda essa vibe dark night. Sério, quando eu soube das duas Brancas do ano, fiquei bem mais empolgada com Espelho, Espelho Meu, que é mais colorido e parecia mais divertido, mas acabei não assistindo!

Eis que estávamos querendo ver um filme esse estava disponível. Não era preconceito, longe disso, só achei que ele não fazia meu estilo. Toda a coisa de princesa guerreira... O trailer me lembrava as batalhas épicas de Senhor dos Anéis ou A Múmia. Mas o filme tem dois grandes trunfos para me atrair: Kristen Stweart e Chris Hemsworth. Pegamos uma sessão dublada, novamente por falta de opção (minha vida).

E foi com grande surpresa que percebi que estava gostando do filme! Não só porque tem a Kris e o Chris, mas porque o filme tem essa reconstrução da história tradicional da Branca, mas é legal. Eu gostei mais desse filme do que achei que gostaria, mas a rainha me irritou demais... Não acho muito justificável toda a maluquice (como falei pra minha amiga, em contos de fada a gente tem que acreditar que é assim porque é), acho que eles tentaram criar um motivo para a rainha ter inveja da beleza da Branca (que afinal, nunca foi explicado no desenho), mas não entendi o ponto. Achei o motivo fraco, bobo, inútil, do tipo que se não tivesse ali daria no mesmo. Agora meu problema maior com a rainha foi o escândalo. Na hora até pensei em culpar a dublagem pela dramatização exagerada, mas depois vi uns trechos originais e ainda a achei escandalosa demais, berrando muito histericamente o tempo todo e urgh! rs Mas acho que a rainha má tem que ser chata mesmo, então ta bom!

Eu gosto da Kristen e gostei dela nesse filme.. Acho mesmo que o problema de expressão é que ela já esta muito marcada assim e as pessoas estão meio acostumadas a nem tentar ver as mudanças dela. Apesar de eu não ver problema algum no modo como ela atua, acho que ela está diferente neste filme. Gosto dela em papéis mais intensos, mais fortes do que a adolescente comum e desastrada.

O decorrer do filme é legal, o cenário dark não dura o tempo todo, a historia tem uma boa dose de drama e aventura e umas coisinhas inovadoras. Mas tem uma questão de romance me deixou estarrecida - não apoio! (hm, acho que tem coisas que não podem ser desconstruídas). Por outro lado, achei que o filme fecha bem e se ficasse como ficou, estaria bom - sem o tal romance se desenvolver... Mas sabendo que haverá continuação e provavelmente a coisa irá pra frente fico estarrecida. Mas minha palavra final de fã é que: tem Kristen, eu veria até se fosse qualquer outra bomba!

Enfim, é um filme bom, se você curte novas roupagens para clássicos, deve assistir e conferir. Meu problema maior mesmo foi com a rainha, tem uma mágica legal na história dela, mas a coisa toda com a beleza, achei meio fraca, sem sentido (e repito, não tem sentido nos contos originais, mas que sentido tem contos de fada?). 

Talvez Once Upon a Time esteja me fazendo ter ideias mais desenvolvidas a respeito de contos - eles conseguem dar BONS motivos para as coisas inexplicáveis, e aí acho que não me convenço mais com qualquer explicação meia-boca! Acho que não sou muito fã quando desconstroem as historias tradicionais, e em OUT eles fazem isso de uma forma muito fantástica, acreditável e bem amarrada, então acho que em questão de enredo, a coisa toda com a rainha teve uma boa 'sacada' mas não foi bem desenvolvida nesse filme...

Eu Vi: A Fera (Beastly)

A Fera foi um daqueles filmes que fiquei ansiosa para assistir logo que soube que estavam filmando. Lembro como se fosse hoje: li uma nota na Capricho (é, #soudessas) e lá nem mencionava que o roteiro era baseado num livro especifico, só que era baseado no conto de A Bela e a Fera. Isso foi lá no inicio de 2010... 

O filme demorou ANOS para estrear. Teve a estréia nos EUA adiada e a aqui do Brasil então... 2012 chegou, eles perceberam que o mundo está pra acabar e resolveram soltar logo o filme, afinal, já estava pronto mesmo, era melhor lançar do que ficar engavetado por mais tempo. 

Assisti ao filme antes de ler o livro, então meu único 'critério de comparação' era com a versão animada e fofa da Disney. Eu poderia escrever uma critica muito robusta, falando sobre roteiro e atuações e blábláblá... Mas vou apenas escrever o que achei da história e do ritmo do filme. 

Kyle é um jovem lindo, rico, mimado e que não 'recebe atenção o suficiente do pai'. Ele está acostumado a ser o centro das atenções e acredita que a beleza é o principal atrativo em uma pessoa para fazê-la se dar bem na vida. O cara concorre a um comitê de meio-ambiente na escola e a proposta dele nada tem relação com ajudar a natureza. Enfim, num mundo onde todo mundo parece não ligar pra nada mais além do próprio umbigo, ele até está bem. 

Veja, sou uma bruxa feia e má *só-que-ao-contrário* que vai te jogar uma maldição 

Eis que tem a garota estranha na escola (interpretada pela minha segunda gêmea Olsen preferida *há*, Mary-Kate), a rebelde, aquela que não concorda com toda a 'alienação' e futilidade dos alunos sobre beleza e popularidade quando outras questões deveriam estar em cheque. Kyle é um idiota total e resolve chamar a garota pra uma festa só pra humilhá-la em publico e assim ele faz. Ela então joga uma maldição nele e voilá, nosso gatinho Alex Pettyfer se transfigura numa criatura que não tem um aspecto de FERA como conhecemos: ele não tem pelos, mas é cheio de tatuagens estranhas pelo corpo e muitas cicatrizes. Devo elogiar o trabalho da maquiagem e caracterização porque conseguiram deixar o garoto bem estranho! Eu também gostei de não ser uma fera estilo lobo, porque senão ia ficar uma coisa muito 'forçada', digo, no desenho a Bela pode se apaixonar por um lobão, mas num filme que se passa nos tempos atuais, ficaria inviável! Então achei boa a solução de ele só ser uma pessoa com cicatrizes e tattoos...

I wanna hold your hand, you can lean on me

Enfim, o pai acaba o isolando numa casa no Brooklyn com a empregada e um professor particular – que é cego e é o personagem que solta aquelas tiradas irônicas que vemos em todos os bons filmes adolescentes. A mocinha Bela ops, Linda, acaba indo morar com ele por motivos que achei bem válidos – seria uma coisa idiota pensar em alguém encarcerado sem ser considerado sequestro e tal (como é na versão Disney animada), mas eles conseguiram um motivo 'acreditável' e então eles começam a desenvolver uma amizade muito bonitinha, cheia de companheirismo e essas coisas que nos fazem suspirar (ahhh). O pessoal caiu em cima da Vanessa Hudgens, mas eu a achei totalmente fofa e conveniente para o papel!

Sou uma fera sem pelos, limpinha, que usa jeans e camiseta e não vai te arranhar com garras!

Outra coisa que achei linda é a trilha sonora – e não é só porque tem 2 musicas da Pixie Lott (embora isso tenha me ganhado de cara!) – as músicas são ótimas, fazem mesmo o clima do filme!

Sabe, pode não ser digno do Oscar, mas eu AMEI o filme! Sim, sou bem bobinha em relação a filmes de romance, me emociono fácil e fico super sensível com historias de amor que parecem ter tudo parar dar errado e acabam dando certo e as pessoas ficam melhores por amar. Se você quiser um filme fofinho e emocionante, vai fundo. Só não espere encontrar uma grande revolução cinematográfica, porque isso não acontecerá! Mas você pode aproveitar uma bela trilha sonora e uma cenografia muito linda também ^^

PS: Devido a problemas de natureza maior esse domingo não haverá caixinha de correio! Agora só no fim do mês, galera! Torçam por mim! Bom domingo ^^

Eu Vi: Missão Impossível – Protocolo Fantasma (Mission: Impossible – Ghost Protocol)


MI é uma franquia que eu adoro, admito! Tom Cruise é um dos motivos (ele pode não ser mais o mesmo Ethan Hunt que começou, mas o tempo passa para todos e, veja bem, o cara está beirando os 50 e tá com aquela saúde! Oh glória!). O outro motivo é que eu adoro um filme de ação, com aquelas cenas completamente improváveis (para não dizer TOTALMENTE impossíveis), aqueles momentos de tensão, aquela pancadaria e tiros e tudo o mais (sou paz e amor na vida real, mas em filmes adoro esse tipo de coisa). 

Vamos lá, o filme já começa com cenas de ação, perseguição, fuga! E só para meu coração disparar nos primeiros segundos, quem é o agente da vez? Josh Holloway! Sim, ele mesmo, nosso eterno Sawyer! Muito lindo, muito sexy, muito agente secreto! 

Mas tudo que é bom dura pouco e então aconteceum drama para as coisas ficarem complicadas e nosso querido Ethan entrar em ação, afinal, ele não é desses agentes de realizar tarefas fáceis; ele só faz missões impossíveis (trocadilho terrível, mas continuemos...). 

Então ficamos sabendo de uma complicação muito louca entre Estados Unidos e Rússia (que é veeelha, mas sempre rende um filminho de ação) devido uns documentos super importantes e armas nucleares e Ethan recebe a mensagem perguntando se ele quer aceitar o desafio, pra formar uma equipe, wiskas sachê e tal. A equipe dessa vez tá reduzida a apenas uma agente bonitona tem-que-ter, Jane, interpretada pela Paula Patton, que eu nunca tinha visto e nosso velho conhecido de MI3 Benji, interpretado pelo ator Simon Pegg. Se Jane é a gata da história, Benji é o cara engraçado e responsável pelas artimanhas com o computador. E por ultimo, mas não menos importante, tem o personagem do Jeremy Renner, Brandt, um assessor/contador muito suspeito que acaba entrando pra equipe.

- Estamos desesperados, tá tudo dando errado! E eu não sei se posso confiar em você, Brandt!

Depois uma primeira parte da missão aparentemente bem sucedida, Ethan é surpreendido com uma reviravolta e sua agencia é 'desligada'. Pra completar ele é acusado de terrorismo internacional, passa a ser procurado pela polícia Russa e é nesse pretexto que surge o protocolo fantasma (buuuu). Mas não pense que ele fica jogado ao relento com sua equipe! Existem 'bases' por todos os lugares do mundo e eles logo estão equipados com as mais altas tecnologias para conseguirem desfazer todo o mal entendido e revigorar a paz entre RUS e EUA.

Sim, estamos no meio do nada, mas epa! temos uma super base secreta bem aqui!

O filme é fantástico e já virou meu favorito dos três! Claro que ele é recheado de cenas de ação do tipo 'ah, tá bom Caleb' mas quem se importa? Desde o primeiro filme é uma mentirada só! Notei que não só nos níveis das missões ficaram mais difíceis como também as coisas se tornaram ainda mais inacreditáveis! Mas entre meus protestos de 'ah, isso não podia ser real nem que ele fosse o MacGyver' e 'Poha, como ele ainda tá vivo depois daquilo?', a verdade é que curti demais o filme! Ele parece durar umas três horas (embora dure pouco mais de duas) e dá pra curtir todo o tempo. Não tem tantas cenas fofas e de pseudo-romance como o anterior, já que SPOILER calei-me. Mas quem quer saber de romance ao ir assistir MI? Não eu!

Somos lindos, somos rycos, somos fashion e estamos numa party in Dubai.

Amei o filme, é todo cheio de cenas fantásticas, de pulos sensacionais (mas eu quase senti falta do tradicional pendurado-por-um-fio), corridas alucinantes de carro e momentos que pensamos 'isso não vai dar certo!'. É um dos filmes com mais humor da franquia e a dupla Benji e Brandt. Acho que outra coisa legal é que é um filme que O TEMPO TODO as missões dão errado (juro, do inicio ao fim) então a gente fica sempre querendo saber como eles vão solucionar as coisas porque NADA parece colaborar!

- Blue is glue. 
- And when it's red? 
- Dead.
(piadinha interna, se você assistir ao filme, irá rir)

O enredo é bem elaborado e em algum momento daquele jogo entre espiões eu me senti um pouco perdida porque são milhões de planos mirabolantes, milhões de coisas dando errado... Mas é fato que tudo é bem explicado e embora seja tudo uma grande mentirada, dá pra chegar ao fim de dizer: ah, tá. Entendi. Os críticos caíram em cima, mas eu só digo o que EU achei e ele pode até nem ser o melhor da franquia (qual é?), mas para mim, é o melhor – divertido, cheio de ação, aventura, coisas impossíveis... um verdadeiro blockbuster!

Além disso o filme é uma viagem por lugares não muito explorados (Dubai – que amo desde SatC2, Praga, Moscou) e nos deparamos com uma fotografia de arrasar! E uma trilha sonora bem legal também (típica de filmes de ação, mas ainda assim legal!) - eu adoro aquela musica tradicional da franquia! 

PS1: Ah, e devo agradecer também pelo filme não ser em 3D! Ele foi filmado para ser IMAX então se você puder ver numa dessas salas, aproveite! Acho 3D muito legal e tal, mas ele nunca realmente é 100% 3D e como se não bastasse, sempre enchem daquelas cenas em câmera lenta que me cansam! 

PS2: realmente o roteiro desse, mais que dos anteriores, traz uma vaga lembrança a Salt (só por conta da Rússia e espionagem) e neste caso, foi bom o Tom não ter aceitado fazer Salt porque ficaria uma coisa muito repetitiva para ele (não que tenham me perguntado sobre isso)...

Eu Vi: Um Dia (One Day)

O que falar sobre o filme baseado no meu livro favorito do ano – quem sabe da vida –? TUDO! Como grande fã e entusiasta do livro devo logo dizer que é CLARO, ÓBVIO e EVIDENTE que muitas coisas seriam sacrificadas em detrimento de um roteiro de aproximadamente 2 horas. Isso ia acontecer #fato. Como narrar 20 anos da vida de duas pessoas, de forma detalhada como no livro em apenas 108 minutos? Fazendo grandes adaptações. Meus comentários podem conter SPOILERS do livro e do filme, cuidado! 

O filme começa do 'fim' – ou melhor daquele fim. Então vai para o inicio e mostra como Emma e Dexter se conheceram, lá na formatura da faculdade, no fatídico dia 15 de julho de 1988. Os atores escolhidos foram perfeitos, na minha opinião. Na verdade, quando li o livro, já sabia do filme e da escolha de Anne Hathaway e Jim Sturgess para os protagonistas, mas ao ler, sempre imaginei a Anne muito bonitinha para ser a verdadeira Em. Já o Jim, eu não me lembrava de nenhum trabalho dele, então meu Dex sempre teve um rostinho um pouco diferente.

Nós eramos jovens, inconsequentes e tínhamos a vida toda pela frente.

Assistindo ao filme, não pude deixar de pensar que o Jim foi a escolha mais perfeita que poderia existir! Anne também está ótima como Emma e, apesar das inúmeras críticas que ela recebeu por conta do sotaque britânico fake, eu não posso reclamar disso, porque, embora soe um pouco forçado ouví-la com outro sotaque (porque estou acostumada ao sotaque americano dela), não acho que isso seja algo incômodo a ponto de estragar o filme – mesmo para os verdadeiros britânicos. Eu até achei mega fofo ouvi-la em british english. Acho que toda essa polêmica não passou de uma bobagem... Tipo, os críticos tinham que reclamar de algo e pegaram o fake accent da Anne como Judas.

Eu Vi: Velozes e Furiosos 5 (Fast Five)

Meu sábado estava bem entediante, até que meu primo me chamou pra ir ao cinema (sim, meu primo – a falta de namorado dá nisso). Tínhamos a intenção de assistir Velozes e Furiosos 5 e Piratas do Caribe 4, mas chegamos lá e as sessões estavam todas lotadas, então só conseguimos para Fast 5 mesmo, e ainda dublado, mas, ok, tá tudo certo. 

Eu nunca assisti nenhum dos filmes da franquia – sei lá, nunca me interessei, apesar de gostar de filmes de ação – então estava esperando ficar completamente perdida, mas isso não aconteceu pois até é um filme bem 'independente' dos demais e mesmo sem acompanhar, ele tem um enredo próprio e dá pra entender sem conhecer nada dos personagens. (Meus comentários estão cheios de Spoilers, se não quer saber,pare e volte depois)

O filme começa exatamente de onde o quarto termina – inclusive com as mesmas cenas – então quem viu os anteriores sabe que Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) estavam indo resgatar Dom (Vin Diesel) no ônibus da prisão. Logo temos uma sequência de ação e muita velocidade que já nos deixa maravilhados com tamanha mentira. Claro que essas cenas de ação sempre tem muita coisa 'WTF' mas ok, temos que levar em consideração que é um filme, não precisaria acontecer na vida real.

O trio original está de volta!

Então, os 3 acabam vindo para no Rio de Janeiro – minha cidade – e  começa a verdadeira comédia ação do filme. As cenas aéreas são lindas, tem o Cristo, tem uma panorâmica, tem as favelas (não é tão bonito mas dá um efeito). A forma como esses estrangeiros veem o Brasil sempre me dá vontade de rir porque é tudo tão caricato que só assim mesmo. Acho que o filme é divertido aqui no Brasil, mas especialmente aqui no Rio porque nós sabemos como é a realidade.

Quando os três chegam aqui, encontram com Vince (Matt Schulze) – que eu não conhecia, mas se você já viu sabe quem é – e como estão todos precisando de um money, Vince diz que tem um trabalho para eles. Então vem a parte mais engraçada, que é o roubo num trem de carga em pleno Rio de Janeiro que na verdade é no deserto (provavelmente na Costa Rica ou Porto Rico, outros locais da filmagem). Juro, o filme todo tem muita mentira, mas essa é a mais engraçada porque nós cariocas, sabemos que não existe trem, nem cenário assim no Rio.. de modo geral, como a maioria das externas de velocidade não foram rodadas por aqui, dá pra notar. Mas eu juro que pensei que eles realmente estavam na Central...

Desfilando em praia carioca.

O filme recebeu muitas criticas por mostrar o Rio de forma totalmente tomada pela corrupção e tudo o mais, mas eu não me importei com isso, na verdade só ri muito porque se eles fizeram isso talvez seja essa a imagem que passamos lá fora: Rio terra de ninguém. Tipo, ♫ a criminalidade rola solta na cidade, a sociedade...♪ (Gabriel, o pensador feelings). Tem uma cena que o agente Hoobs (The Rock) – que veio dos EUA especialmente pra capturar os protagonistas – pede a ajuda de uma PM e quando ela pergunta o porquê da escolha ele diz: 'Porque eu acredito que você seja a única policial honesta do Rio'... Ah, tá, valeu ;)

Estamos no Rio, meu bem, terra sem lei, terra de ninguém! Vai encarar?

Fast 5 mostra o Rio de forma completamente clichê, mas fazer o que? O filme é uma obra de ficção, como bem lembrou o diretor Justin Lin. E além do mais, pelo menos estamos no cinema internacional – e é por esse pensamento que todo mundo ri da nossa cara, é, falem mal, mas falem de mim.

A minha lastima maior é ter visto dublado, então perdi boa parte da graça pra reclamar dos sotaques! Imagino que seria engraçado ver todos os cariocas falando inglês fluentemente. A policial carioca é na verdade uma espanhola, então queria mesmo ouvi-la falando português. O chefão do crime no Rio é um português, então quero nem pensar...

Sete Homens e Um Segredo

Sobre o elenco, eu achei totalmente legal, tem uma parte que ficamos falando que era Velozes e Furiosos meets Onze Homens e Um Segredo (então imaginem a trama). Veio gente de tudo que é filme anterior e eu sabia que conhecia o Tej de algum lugar (Ludacris! Thanks Lay Almeida). Também fiquei encantada pelo Liu Kang ops Han. O fato mal explicado é que dizem que esse personagem, interpretado pelo ator Sung Kan, já havia morrido num dos filmes anteriores e acabou ressuscitando. Eu hein... E eu também demorei a notar que Hobbs era na verdade o Dwayne the rock Johnson... O cara tá tão hiper-mega-bombado que nem reconheci. Teria ficado ainda mais legal se Ja Rule tivesse aparecido....

Sim, esse bombado é o Dwayne Jhonson! E essa mocinha é a carioca/espanhola...

O que eu notei, também, foi que esse filme se concentrou bem menos na velocidade e mais na tática, nos planos mirabolantes, no carisma do elenco, na reunião da trupe, no confronto entre os fortões! Gostei disso, acho que fez o filme ficar mais agradável a outros públicos e não só aos adolescentes loucos por carros tunados e velocidade. Então tenha certeza que este filme é diferente dos anteriores da franquia pois os carros chegam a ficar em segundo, terceiro plano.

Não se deixe enganar pelo trailer cheio de velocidade

Enfim, um bom blockbuster, que não vai mudar a vida de ninguém, mas garante diversão, muitas cenas What the Hell e um elenco muito variado com muitos carrões importados. Só uma dica: se você for carioca, não leve nada pro lado pessoal porque se você fizer isso vai sair da sessão bem decepcionado com toda a 'malhação' ao Rio de Janeiro. O filme já garantiu uma continuação - por enquanto será o ultimo.

Eu Vi: O Livro de Eli (The Book of Eli)

Vim falar desse filme que assisti hoje. Não é lançamento nem nada, mas eu já estava com o filme aqui em casa a tempos e só hoje eu resolvi ver. Antes de tudo, devo dizer que sou fã do Denzel Washinton e gosto de praticamente todos os filmes que ele faz, mas talvez seja só porque ele só faça bons filmes....

Pela sinopse, nós ficamos sabendo que o filme se passa num mundo pós apocalíptico – e eu, na realidade, não sou muito fã de historias pós apocalipse... Não por medo, mas porque sempre tá tudo um caos tão grande que me deixa um pouco triste pensar que isso pode acontecer um dia. O inicio do filme me lembrou bastante o 'Eu Sou a Lenda' do Will Smith – outro que eu amo – justamente por se tratar de um cara que fica 'vagando' por um mundo onde ele está praticamente a mercê da própria sorte. Mas logo depois você percebe que nesse filme, o personagem de Denzel, Eli, não está sozinho no mundo. O mundo está aos pedaços, caos total, mas ainda existem outros seres humanos vivos.

Eli é um cara bem determinado e destemido, ele encara qualquer parada e a grande missão dele é proteger um livro sagrado (que nós conhecemos pelo nome de Bíblia Sagrada) e levar esse livro a um lugar seguro que lhe foi informado por 'uma voz na cabeça dele'. Ele segue nessa viagem para levar o livro já faz uns 30 anos – o que vamos e convenhamos, só alguém muito determinado e persistente faria.

Eu gostei muito do filme, ele mostra um mundo extremo e também a lição que a fé pode mover montanhas e salvar a humanidade, pois tem um outro personagem que está disposto a tudo para conseguir pegar o livro de Eli e 'dominar o mundo' com o conhecimento das palavras que contem o livro. De uma outra visão, o filme fala sobre a importância da leitura para o ser humano (Nesse mundo muitas pessoas nem sabem ler) – eles falam sobre o livro sagrado, mas poderia ser qualquer livro, qualquer leitura que aumente o conhecimento sobre determinado assunto. No final eles até mostram uma biblioteca como basicamente a 'fonte' para a reconstrução do mundo, o modo de salvar a humanidade da confusão que ela se encontra.

É um filme que fala sobre (não só em Deus, mas de maneira geral, na vida, nas pessoas, sem si mesmo), fala da biblia, mas não é necessariamente um filme sobre religião. Ele cita religião, mas é fundamentalmente um filme sobre fé e o que ela pode fazer por nós. O final me deixou um pouco triste, mas concordei que foi o final ideal para o filme, pois de outra maneira, a historia toda não teria tanto impacto. É o tipo de filme que ao final, você percebe como as peças são encaixadas e sente vontade de voltar novamente ao inicio pra confirmar tudo. Sem contar que ao final fica uma questão que não era mesmo pra ser respondida, mas que faz você pensar: 'Será que....'

Enfim, é um filme muito bom que eu recomendo!

Eu Vi: As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada


Eu nunca pensei que poderia gostar dos filmes das Crônicas de Nárnia, mas depois que eu assisti ao primeiro, eu passei a gostar bastante. Então, nesse filme, assim como nos anteriores, as Crônicas de Nárnia nos presenteia com uma fotografia excelente! Eu fiquei encantada com as imagens tão lindas que vi na telona. Eu nunca li os livros da série – que foram publicados na década de 50, e na verdade não sei se seria o meu estilo de leitura, mas pra assistir eu acho bem legal... É só que eu não gosto muito de imaginar essas coisas tão fantásticas – assim como em O Senhor dos Anéis, que eu adoro os filmes, mas nunca li; embora eu tenha lido O Hobbit e gostado bastante...

O filme começa um tempo depois do anterior e só quem vai pra Nárnia dessa vez é Lucy/Lucia e Edmund/Edmundo. Devo dizer, que desde o primeiro filme eu nunca gostei do Edmund porque eu o achava um completo chato, influenciavel e bocó, mas nesse filme ele prova ter crescido e se tornado bem mais esperto. Já a Lucy, que está na estranha fase da adolescência, anda tendo uns ataques de idiotice aguda e foi ela que me irritou em alguns momentos do filme. Quem vai com eles para a viagem encantada é o primo Eustace/Eustáquio, que a principio era a antipatia em pessoa, mas depois de uma burrada daquelas, se torna o melhor personagem (para mim), sem contar que a todo momento ele tem um jeitinho sarcástico que eu adorooo... Teve momentos que Eustace me deixou emocionada e eu quase chorei. Eu também gostei muito do personagem Ripchip, o ratinho, que junto com Eustace forma a dupla mais legal do filme! Quem também aparece é o lindo príncipe rei Caspian, que os acompanha em toda a aventura, e nos proporciona uma vista mais agradável com toda sua beleza....

Sem querer soltar um spoiler, mas já falando – até porque se você leu os livros, você já sabe, Eustace se torna um personagem fundamental na historia a partir desse filme/livro. Eu fiquei tentando saber de onde vinha o nome Peregrino da Alvorada, então vi que esse é só o nome do navio que eles viajam, uma vez que não tem peregrino nem alvorada.... Recomendo o filme porque a historia fantasiosa é muito bem editada e emocionante! E a minha impressão é que dos 3 filmes lançados até agora, esse foi o mais 'morno' – não de um modo ruim, mas senti que esse filme tem menos ação que os anteriores.

Eu Vi: Megamente (Megamind)

Esse filme foi a mais grata surpresa que assisti no cinema nos últimos tempos! Eu fui ao cinema com meus primos pequenos, pra ajudar a ficar de olho na garotada, então, não estava esperando NADA do filme, só estava indo pra ajudar com os pequenos....
Eis que logo que o filme começou fiquei encantada! E no decorrer da historia fui ficando mais e mais feliz de ter aceitado ir. Apesar de ser um filme direcionado principalmente ao publico infantil ele é cheio de referências pop, que uma criança - ainda mais brasileira, não entenderia mas que nós sabemos bem reconhecer (como o cartaz em referencia a campanha de Obama Yes, You Can).

Eu assisti em 3D, o que conferiu um certo charme a mais ao filme, mas nada muito espetacular. A dublagem também não deixou a desejar, eu achei a tradução dos nomes bem legais (Megamind - Megamente, Roxane - Rosane), assim como já fizeram em os Incriveis.  O filme tem o personagem mais estranho e fofinho dos últimos tempos: Criado. Sério, assista e diga que vc não o achou a coisa mais cute-cute!

A Trilha Sonora também é fantástica com classicos do rock com AC/DC (Highway From Hell) e Guns'n Roses - que eu amo.

Saí do cinema super animada, com a sensação de que esse filme era a melhor animação que já vi - juro que cheguei a achar mais legal que Shrek. Ao mesmo tempo me peguei imaginando se esse era realmente um filme infantil, pois as crianças não entenderiam mts das mensagens 'ocultas'. E ao mesmo tempo bem legal por mostrar lições de moral do tipo 'Não julgue as pessoas pelas aparências' 'Nunca é tarde pra Mudar' 'Não deixe o poder subir a cabeça' etc.

Enfim, achei que a DreamWorks se superou com esse filme! Se você ainda não viu, pode ir ao cinema gastar seu dinheirinho sem medo porque o filme é bem divertido!

PS: Também saí doida pela estreia de Enrolados (Disney) e Kung Fu Panda 2 (DreamWorks)