Eu Li: Garotas de Vidro (Wintergirls)

Garotas de Vidro é um livro considerado polêmico. Ele é um romance jovem-adulto escrito pela Laurie Halse Anderson uma escritora famosa por outro livro de sucesso (Speak). Garotas foi muito bem recebido pelas criticas, esteve na lista de mais vendidos e foi publicado em vários países. Foi lançado recentemente por aqui pela editora Novo Conceito.

O livro é narrado por Lia, uma garota de 18 anos, que está no último ano do colegial. Lia esteve recentemente internada na reabilitação por conta de distúrbios alimentares e ao sair, foi morar com o pai, a madrasta e a meia-irmã mais nova, Emma - de quem ela é muito próxima. Acontece que a ex-melhor amiga de Lia, Cassie, acaba de morrer e o corpo foi encontrado num motel. Ela não apresentava sintomas de overdose por drogas e morreu por conta de um problema decorrente da bulimia. Antes de morrer, Cassie ligou para Lia e ela não atendeu. Então, a partir daí, o fantasma de Cassie passa a assombrar Lia, dizendo coisas que ela não gostaria de ouvir e querendo levá-la para o outro lado também. Lia deveria ter a vida perfeita - apesar dos pais divorciados, sempre foi uma boa aluna, sempre teve o que precisava. Mas por algum motivo isso não a impediu de ser infeliz. E ser magra era uma das coisas que ela podia fazer. Que ela sabia como fazer e era boa.
Meu pai não quer que eu tenha um GPS porque ele diz que eu tenho que aprender a me virar sozinha. Como posso saber para onde estou indo se estou perdida o tempo todo?
A narrativa do livro é bem diferente. Por vezes o livro é fantasiado com analogias um tanto quanto confusas. Incrivelmente, tudo faz muito sentido uma vez que Lia é psicologicamente instável. É um livro forte, dramático e perturbador. A autora fez um bom trabalho de pesquisa para escrever e eu consegui me envolver com o drama pessoal da personagem (talvez um pouco demais). Às vezes a narrativa pode incomodar porque a Lia é tão atormentada que você se sente mal. A autora também faz uso de tachados, para quando Lia pensa algo que não deveria/gostaria. 
– Eu acho uma boa ideia.
– Eu não.
– Mas, Lia, você deveria...
– Você não pode dizer isso. - o vapor enche o banheiro. Quero arrancar a roupa e me colocar pra ferver, mas se ela me vir pelada vai entrar em pânico e, se eu entrar no boxe usando o roupão, vai entrar ainda mais em pânico.  – A dra. Parker fala que eu não tenho que deixar ninguém falar o que devo fazer ou não.

Eu gostei dessa ideia.. Vou usar dra. Parker nas minhas citações quando me estressarem!
Esse livro me deixou mal. Em algum momento a historia se tornou too close for comfort. Fiquei meio balançada. A Lia está à beira do surto, ela acabou se isolando e não consegue sair do estado que se impôs. O livro não é só sobre uma garota que sofre TA; mostra a relação dela com a família, a psicóloga, os amigos (que basicamente não existem), além do próprio corpo e o mundo a sua volta. É triste. Eu particularmente gostei muito da abordagem dos relacionamentos familiares dela.
– Saco. Acho que caí no sono. O Charlie queria que eu consertasse as prateleiras no 204. Ah, fazer o quê. Ele precisa aceitar aquilo que recebe do universo.
– Que desculpa esfarrapada para não fazer um trabalho.
– Não é, não. Tudo acontece por uma razão. - ele boceja e se estica. – Você tem que aceitar isso e se deixar levar pela maré, parar de resistir.
– Que merda.
O livro tem uns momentos mais leves graças a Elijah.
Eu gostei do livro, ele é quase subversivo e embora seja bom e relate a realidade de algumas garotas (e garotos, jovens, velhos, enfim), recomendo a leitura se você estiver num estado de espírito bom e não for facilmente impressionável irritável. Eu tive que fechar o livro, respirar, chorar... A Lia dá ódio, dá pena, dá tristeza, dá orgulho. Eu sempre me irrito com a visão médica dos TAs e doenças psicológicas (me diz quem pode ter uma explicação para os problemas da mente? Nem Freud nem sua mãe!) e com a médica desse livro aconteceu o mesmo, embora eu entenda porque, convenhamos, a garota é maluca; mas gostei de como a autora soube representar uma mente perturbada e ainda sim mostrar uma protagonista forte no meio de toda a confusão que ela está.

Sobre a tradução eu gostei, mas em alguns momentos achei que uma coisa ou outra ficou estranha. No entanto minha maior ressalva é relação ao titulo que eles usaram. O nome original Wintergirls (garotas do inverno) tem toda uma simbologia para a história. Aqui, no livro, várias vezes a Lia cita Garotas Geladas - que é uma boa tradução e também manteria o sentido - e isso tem um enorme significado. É uma analogia diversa: o clima que grande parte da história se passa - e o fato de ela estar sempre com frio, mesmo quando não está tão frio, o modo como a própria Lia se sente - garota gelada pois as meninas estão, de certo modo, congeladas naquele corpo 'infantil', frágil, e também o lugar/época que Lia e Cassie fizeram a promessa de serem magras. Então, a tradução no decorrer do livro está certa, mas acho que eles não acharam Garotas Geladas um nome com tanta força comercial quanto Garotas de Vidro (o que eu não entendo, pois pra mim os dois são igualmente comerciais – mas enfim, não fiz marketing) e acabou que o livro saiu com um nome que tem um tiquinho de relação (vidro, pessoas frágeis, transparentes, prestes a quebrar) mas ainda assim, o outro seria melhor.

Desejo de Quinta #39

Yay!! Ressuscitei a coluna mais amada do blog (?) Hahahah. Depois de mais de 7 MESES (nossa, nem acredito) a DDQ #39 está aqui para alegria geral dos que acompanham (ou não... Certo, só estou empolgada). Acho que esse intervalo foi bom porque embora eu continue querendo mais livros que minha capacidade financeira ou de leitura permite, pude não ficar neurótica porque não riscava nenhum da lista.


Hereafter: Eternidade – eu já avisei que sou fã de historias de fantasmas e esse livro é sobre uma garota que está morta e não se lembra de como isso aconteceu. Eu acho que ela esta presa numa espécie de limbo, porque morreu, mas continua pairando por ai... As coisas começam a se esclarecer depois que ela salva um carinha no rio que ela vive (ou vive a morte, enfim). Parece tão diferente e intrigante! Espero que seja bom e faça jus a essa capa linda! 

Awkward – esse livro parece muito fofo, adolescente e engraçado. Mackenzie sempre gostou de viver fora dos holofotes na escola que estuda e só é notada quando precisam dela para algum favor como fazer os trabalhos. Mas depois que um incidente acaba levando a um vídeo no Youtube, Mack se torna 'famosa' da noite pro dia. Bem, o poder das mídias sociais sempre me assustou interessou. Além disso, acho mais engraçado ainda essa coisa de lidar com a 'fama'. Quanta maluquice. Estranho mesmo. 

Apaixonados – esse é o livro com 4 contos que faz parte da série Fallen, da fofa Lauren Kate. O livro meio que se passa entre Paixão e Rapture e conta historias de amor envolvendo Miles, Shelby, Roland e Ariane (Ariane é minha fav). Eu nem li Tormenta, mas estou bem animada por esse livro porque é de contos e adoro contos! Acho que não tem problema lê-lo sem ter lido a série na ordem... 

Resposta Certa – esse livro é um daqueles que escolho ler sem ler sinopse, sem me importar com capa ou qualquer coisa além do nome do autor. David Nicholls é o cara de Um Dia, meu livro Divo de 2011 e agora eu quero ler qualquer coisa que ele escreva. Só espero que a historia de um cara que acabou de entrar na universidade, no ano de 1985 e resolve participar de um programa de perguntas-e-respostas (li isso e só pensei em Quem Quer Ser um Milionário) para ganhar o coração de uma garota seja tão boa quando a de Dex e Em. 

Fifty Shades of Grey – esse livro faz parte de uma trilogia que deu o que falar lá nos US. Eu fiquei morrendo de vontade de ler quando li os burburinhos. O livro bombou tanto que já vendeu direitos para o cinema e para publicação em vários países, a autora foi escolhida como uma das mais influentes por uma importante publicação, então imaginem... O livro fala sobre a universitária Anastasia, que após entrevistar o milionário Christian Grey (quem não ama analogias?), se vê envolvida numa historia de amor (?) com ele. Fortes emoções! Claro que o Brasil já garantiu a publicação e a editora Intrínseca lançará por aqui no segundo semestre do ano.

Eu Li: Private

Esse é o 1º livro do James Patterson que leio. Private é o inicio da saga do investigador particular Jack Morgan. O livro foi escrito em parceria com Maxine Paetro e lançado recentemente por aqui pela editora Arqueiro. Imaginem CSI meets NCIS meets Bones e você terá alguma ideia do ritmo da historia. 

Jack é ex-combatente do exercito que após receber uma 'herança' do pai, abriu uma agência de investigações em Los Angeles chamada Private – onde todos os seus segredos permaneceram em segurança. Após cinco anos em atividade, a Private é a melhor agência do ramo, com filiais em varias partes do mundo e sempre cheia de investigações. Em LA, onde vive e trabalha, Jack e sua equipe fazem um trabalho pro bono para a polícia e estão envolvidos tentando desvendar um caso de assassinatos em série de garotas do ensino médio que vem ocorrendo há pelo menos dois anos. 

O livro é narrado em terceira pessoa, mostrando os personagens que trabalham na agência de Jack, a policia, as vítimas ou criminosos e também em 1ª pessoa por Jack. A narrativa é bem ágil e direta. Os fatos são expostos de forma clara e até detalhadas, mas sem rodeios. Então, nós, leitores, ficamos bem inteirados do que esta acontecendo – como quando a narração fala sobre os 'culpados' – e ao mesmo tempo, o livro mantém o mistério principal. Isso é bom porque não chega a irritar por nos lotar de pistas e dicas e não esclarecer nada até o fim. Jack também é um bom narrador e gostei de acompanhar as coisas pelo ponto de vista dele. Ele é íntegro, sincero, bem humorado e determinado a fazer o melhor. Ele também tem um fundo 'familiar' bem complexo e isso ainda vai render alguns dramas para a série, aposto. 

O foco do enredo são três casos principais: o das colegiais, um envolvendo fraude no esporte e o assassinato da esposa (e amiga) do melhor amigo de Jack. A equipe do laboratório é muito bem caracterizada e achei fantástico como os autores souberam expressar individualidades em cada um deles, mesmo com os assuntos em comum. Eu adorei Emilio, Justine, Del Rio, Dr. Sci e Mo-bot – eles realmente dariam bons personagens de série de TV (tenho meus equivalentes a eles)! rs 

Gostei muito do enredo, todos os casos foram bem amarrados e achei que o desfecho deles foi bem satisfatório. O que mais me intrigou foi mesmo o das colegiais – porque eu queria saber O MOTIVO e o do assassinato porque queria saber O MOTIVO e QUEM! Pela narrativa impessoal, nós mesmos conseguimos desvendar algumas coisas, mas as coisas que ficam em suspenso e são reveladas no final deram um bom ritmo – porque parece que as coisas vão dar totalmente errado. Mas tem um fato INESPERADO e INIMAGINÁVEL ao final que conseguiu superar todos os casos que eles investigavam. Juro, eu queria dizer que os casos foram o mais surpreendente, mas é esse fato 'aleatório' ao final que me fez soltar um palavrão bem alto aqui em casa! 

Eu gostei muito da trama e principalmente, estou curiosa pelos próximos volumes e ver como esse fato-bomba-aleatório vai se desenvolver – além dos futuros casos. Eu gosto de narrativas detalhadas, mas achei essa narrativa mais direta interessante para o estilo do livro. Me deixou curiosa sobre o desfecho mas sem me irritar por ter suspense demais.Se você tiver tempo e concentração, lê de uma vez só porque os capítulos são curtos e a curiosidade é a maior incentivadora! Acho que se você gosta de tramas de investigação, é uma boa pedida.

Eu Li: Nas Sombras (Shade)

Nas Sombras e um livro que eu resolvi apostar depois de ler um post no blog da Galera. Que bom que não me deixei levar pela capa - que não é feia e tem bastante relação com a história - mas a princípio, não diz nada nem é linda o suficiente pra despertar desejo. O livro tem um enredo original, com uma protagonista animada e personagens caracterizados, numa trama envolvente e instigante.

O livro é narrado em primeira pessoa plea nossa protagonista Aura Salvatore – que não, não é prima de Stefan e Damon. Ela não tem pais e vive com a tia Gina em Maryland. Aura tem quase 17 anos e nasceu após um evento chamado de 'A Passagem' – um estranho acontecimento que fez com que todos nascidos após aquela data pudessem ver fantasmas. Fantasmas que estão por aí, após morrerem e não passarem para o outro ladoou seja, as almas penadas! Então o mundo está dividido assim, entre as pessoas que não veem fantasmas e os mais jovens, que podem vê-los. 

Alma trabalha com a tia, que é advogada. Após a morte, os parentes podem processar quem quer que culpem pela morte do falecido, e então o fantasma vira testemunha. E pessoas como Aura são como interpretes para esses casos no tribunal. A vida de Aura ia bem – mesmo vendo fantasmas – até que na festa de aniversário de seu namorado Logan – descendência irlandesa, cantor e futuro rockstar, amor da vida dela, alto, bonito e legal, morre! E aí que as coisas ficam complicadas, porque ele está morto, mas está lá! Ela continua o vendo e conversando com o espectro roxo de seu falecido namorado – apesar de não poder tocá-lo – e é bem mais complicado seguir em frente quando a pessoa está presente, huh? 
– Estupidez Liquida.
– Garatia de diminuir seu QI vinte pontos com o primeiro gole. – Brian colocou o outro copo na minha mão. – Aura, por que você não toma cinco goles e se rebaixa ao nosso nível?
– Quem seria burro o suficiente para beber algo chamado Estupidez Liquida? - Virei para Logan, que estava virando a primeira metade do seu copo. – O que você está fazendo? Você nem sabe o que tem nisso!
E aí eu digo que ele é meio babaca e vocês já sabe o porquê!
Além de lidar com a morte e a presença do namorado, Aura ainda está trabalhando num projeto de pesquisa com Zachary, um novo aluno vindo da Escócia, que é misterioso, bonito e... Tem um sotaque que é capaz de fazê-la desmaiar. Aura está cem por cento comprometida com o atual-falecido-namorado, mas a proximidade com Zachy pode complicar as coisas. 
– Tenho um presente pra você. – Ele olhou para seu próprio corpo. – E você pode desembrulhá-lo.
Eca, pensei.
Então seus olhos se arregalaram:
–  Não, eu não quero dizer isso!
Hãn, sei... hahahah #brinks. Veem como Logan é tonto? Adoro essa passagem, é muito engraçada!
Sempre gostei de historias com fantasmas, mas não vejo muito essa temática por aqui – uma pena. A história que Jeri Smith-Ready criou é bem movimentada, adolescente e a protagonista tem exatamente as características que admiro em alguém da idade. Aura não é bobinha nem fica fugindo do que precisa fazer. Ela é sarcástica, bem-humorada e mesmo quando está numa situação ruim, não fica se lamentando, chorando, esperando as coisas se resolverem. Ela consegue erguer a cabeça e encarar a situação, apesar dos pesares. Além do mais, o livro é lotado de referências a músicas e outras coisas da cultura pop (AMO)!
– Mas os meninos são assim mesmo... Bem, talvez Brian seja, mas ele não tem uma namorada. Mickey me ama. Logan ama você.
– E o que isso quer dizer? – coloquei a calça jeans rapidamente. – Muitas estrelas do rock tem esposas e namoradas e eles ainda assim transam com as groupies. Todo mundo sabe que é assim.
– Acho sua falta de fé perturbadora. – disse ela em sua melhor imitação de Darth Vader, me obrigando a sorrir.
A Megan é a rainha das citações! Adoro a mania que ela tem de imitar o Yoda (Fãs de Star Wars vão gostar dela!)
– Eowyn? Como a personagem de O Senhor dos Aneis?
Ela jogou a cabeça para trás enquanto ria.
– Meu pais eram grandes fãs de Tolkien. – ela na verdade se parecia um pouco com a mulher dos filmes. – Podia ter sido pior – disse ela para mim. – Se e fosse um menino, eles teriam me chamado de Galdalf.
Nessa hora eu só consegui pensar: ainda bem que nasci antes do meu pai ler oSdA ou ele ia querer me chamar de Eowyn. É, com certeza!
O livro todo tem um ritmo muito bom, dá pra você ler de uma vez só. A historia é bem mesclada em mostrar os relacionamentos (amizade/amor), os problemas adolescentes com um toque de mistério e investigação – em todo do próprio evento da Passagem. Claro que o triângulo amoroso fica em suspenso – mesmo com toda a situação incomum. Esse é um dos raros casos que eu não sei qual lado escolher. A princípio a gente acha Logan um tremendo idiota, enquanto Zachary é fofo, compreensível e perspicaz desde o inicio, mas com o passar do livro, percebi que Logan tinha sim um bom coração e amava Aura verdadeiramente. Quero dizer, os dois tem suas qualidades e apesar de achar que a relação humano-fantasma só rola em Ghost, fico pensando em como a autora vai desenvolver esse triangulo tão incomum - porque veja, eu achei que depois de morto Logan ficou mais interessante!

Ah, a linguagem utilizada é bem adolescente e a tradução não poupou os palavrões (o que é bom, mas pode agredir quem se incomoda). Confesso, em alguns momentos achava estranho ler, mas é bem contextualizado com a realidade dos personagens e foi bom não abrandarem as coisas por aqui. Se em inglês tá assim, porque usar bobo no lugar de motherfâca (há)?

Acho que foi um ótimo inicio de série, e estou realmente ansiosa pelos demais, porque embora o livro tenha fechado bem (eu achei que seria um final super aberto, mas nem foi), a historia deixa vários pontos soltos e quero saber qual é o mistério e o que vai aconteceu com Logan-Aura-Zachy. Realmente recomendo a leitura se você está procurando um sobrenatural diferente do que está acostumado e gosta de um pouco de  sarcasmo e vida adolescente! Ah, caso você esteja se perguntando: as sombras também tem relação com a trama, mas eu não vou contar qual é. Leia para saber.

Comentários Extras (selecione por sua conta em risco):
  • O estilo de Logan me lembra muito o Finn de Glee! Ele é aquele tipo grande, mas meio bobo, que ao mesmo tempo é sensível, mas faz montes de bobagens? rs Então!
  • Eu lia o Zachy e aquele sotaque escocês e por falta de referências o imaginava falando como o Damian McGinty (ele é irlandês).
  • A Aura seria uma boa amiga da Sophie de Hex Hall....
  • Eu estou ouvindo I Will Possess Your Heart e If I Ever Leave This World Alive  que conheci pelo livro e claro, Chasing Cars - que eu sempre amei, mas como é citado também, bateu um vício!